Um blog voltado para minhas maiores paixões (depois da família): Plastimodelismo, astronomia, história, livros, eletrônica, hardware, videogames, sistemas operacionais diversos, automação (CLPs , supervisórios), linguagens de programação e lá vai pedrada :)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Correrias à parte
Muita coisa para postar, pouco tempo pra preparar/esboçar, mas postei no outro blog sobre o Twin Shadow: http://obrasfalam.blogspot.com/2011/06/twin-shadow-slow.html
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Windows + Linux parte II
Bom, vamos retornar ao assunto de instalação de um segundo S.O. (no caso, o Linux) em um mesmo HD. É interessante verificar qual a melhor "distro" do sistema, visto que existem várias, como Debian, Ubuntu, Knoppix, Suse Linux, Mint, Gobo e por aí vai; todas usam o mesmo kernel, o que difere uma das outras acaba sendo o "plus" que acompanha o pacote. Alguns são otimizados para escritórios, outros para administradores de rede, outros para usuários domésticos, etc. Eu, pessoalmente, gosto muito do Mint e baixei uma versão de 64bit do mesmo. Depois de gravar a imagem em um DVD, iniciei o micro pela mídia e o Linux bootou. Então apenas cliquei em "Install Linux Mint" para iniciar o processo de instalação no HD.

Em seguida, confirmei o idioma de instalação, no caso o velho e bom "Português do Brasil".

A seguir, os requisitos básicos para instalar o sistema.


Agora, vamos a configuração do disco. Vamos usar a opção "Especificar particionamento manualmente (avançado)" e usaremos a porção do disco que ainda não foi particionada. No caso , vamos selecionar a opção "Espaço livre".


Na janela "Criar partição" o tipo de partição é "lógica", o tamanho da partição usado é 1GB (definido pelo usuário) e é SWAP, ou seja, será usada como partição para memória virtual no Linux.
Depois disto iremos definir o resto do espaço para uma segunda partição, assinalada com "/" e filesystem EXT4. No Linux, diferentemente do Windows, no mínimo duas partições são necessárias, a "/" que é a principal e a SWAP que é de memória virtual. Outras partições são opcionais. A estrutura de diretórios do Linux é bem mais rígida e costuma desencorajar os que estão se iniciando no sistema, mas não é nada demais, o sistema está bem menos "sisudo" e depois de se dedicar um pouco, é possível usá-lo com certa facilidade.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Hypatia
Bem, vou deixar claro de início: Hypatia (ou Hipátia, também vale) não é nome de nenhum processador, chipset ou protocolo. Embora o blog contenha quase que exclusivamente informações relacionadas à informática, vale lembrar que também me propus desde o início a inserir outros tipos de temas e ocasionalmente farei isto. Vou pular o post de continuidade de instalação de Linux, mas o retomarei em seguida. Gosto muito de história e dia destes, navegando sem rumo na internet deparei com um filme chamado Alexandria (aqui no Brasil, pois lá fora o mesmo se chama Ágora).


Movido pela curiosidade, resolvi assistir o filme. O mesmo é bem interessante e envolve conflitos religiosos, científicos e políticos, mas com uma figura central: a mulher conhecida como Hypatia, interpretada por Rachel Weisz, que gosto de ver atuar (recomendo o filme "O Jardineiro Fiel"). Hypatia foi uma figura muito importante em seu meio, uma estudiosa, voltada para matemática, astronomia, filosofia, poesia e artes. Entre seus estudos, o da teoria das órbitas elípticas, que só foi retomada séculos depois por Johannes Kepler. Como ocorre em todo filme, alguns detalhes históricos são remodelados para maior dramatização, mas vale a pena assistir. E depois procurar e ler a respeito.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Windows + Linux parte I
Não é novidade ter mais de um S.O. (Sistema Operacional) no micro, mas ninguém nasce sabendo e volta e meia alguém me pergunta como fazer. Vamos ao processo então. Nesta primeira parte, assumimos um microcomputador que já tem instalado o Windows XP e vamos preparar o disco do mesmo para receber uma das várias distribuições do Linux.
(Não irei analisar cada software usado no processo, já que existem várias outras opções, gratuitas ou mesmo comerciais. No caso de dúvidas, favor mencionar nos comentários)
Primeiro ponto: limpeza do disco; vamos remover arquivos temporários , lixo, etc. Para tanto, vale desde o utilitário de limpeza do próprio Windows até softwares de terceiros. Pessoalmente, gosto da simplicidade e objetividade do CCleaner, que é gratuito.
(Não irei analisar cada software usado no processo, já que existem várias outras opções, gratuitas ou mesmo comerciais. No caso de dúvidas, favor mencionar nos comentários)
Primeiro ponto: limpeza do disco; vamos remover arquivos temporários , lixo, etc. Para tanto, vale desde o utilitário de limpeza do próprio Windows até softwares de terceiros. Pessoalmente, gosto da simplicidade e objetividade do CCleaner, que é gratuito.

Após a remoção de arquivos e liberação de mais algum espaço no disco, vamos por ordem na casa. Desfragmentar o disco. Para reorganizar tudo , também podemos usar a ferramenta do Windows, mas ainda prefiro outra solução - gratuita também - como o MyDefrag, que achei muito superior a disponibilizada pela MS, se bem que usam a mesma API. Além do MyDefrag, pode-se baixar uma versão que venha junto com algum frontend, como o que aparece na próxima figura. Facílimo de usar.

Abaixo, o disco sendo desfragmentado; a miscelânea de cores mostra o quanto este disco está desorganizado;

Após a conclusão do desfragmentador, vamos a parte mais complexa: particionamento; nosso HD é de 80GB e tem somente uma partição; então resolvemos particionar (o equivalente a fracionar o disco) o mesmo para a instalação do Linux. Com as ferramentas normalmente oferecidas no Windows, o particionamento torna-se destrutivo, ou seja, os dados serão perdidos. Desta forma, faz-se necessário efetuar o backup de dados, depois instalar o sistema novamente, drivers, atualizações, programas e voltar os dados. MAS sempre existe aquela luz no fim do túnel e nem sempre é o trem em colisão eminente. Existem vários programas de particionamento (para Windows e Linux, gratuitos e comerciais) que permitem trabalhar com os dados e os mantém funcionais, mesmo após alterar o tamanho da partição, por exemplo. É ÓBVIO que isto é por conta e risco do usuário, pois mesmo estes programas tem chance de dar algum erro, então, em casos críticos, backup sempre é bem-vindo. Na verdade, estou até pensando em postar um material sobre vários particionadores.
Abaixo, temos um software particionador exibindo as informações sobre o disco rígido e o celular W5 da Motorola que estava conectado via USB; note que ele exibe graficamente informações sobre os discos e partições, no caso do disco C: existe uma partição de 74,5GB com o filesystem NTFS. Uma barra um pouco mais escura representa o quanto deste espaço está sendo usado por arquivos, no caso um pouco mais da metade do mesmo. No topo da janela, temos as informações em números. 46,4 GB de arquivos estão presentes no HD.
Abaixo, temos um software particionador exibindo as informações sobre o disco rígido e o celular W5 da Motorola que estava conectado via USB; note que ele exibe graficamente informações sobre os discos e partições, no caso do disco C: existe uma partição de 74,5GB com o filesystem NTFS. Uma barra um pouco mais escura representa o quanto deste espaço está sendo usado por arquivos, no caso um pouco mais da metade do mesmo. No topo da janela, temos as informações em números. 46,4 GB de arquivos estão presentes no HD.
Na tela seguinte, vamos executar um RESIZE para redimensionar o tamanho da partição;
Este software, por exemplo, permite ajustar o tamanho da partição tanto pelo ajuste manual via teclado em VOLUME SIZE quanto por mouse, clicando na barra e deslocando a mesma para a esquerda ou direita (respectivamente diminuindo ou aumentando a partição). No nosso exemplo, ele não irá permitir uma partição com tamanho menor do que o total de dados armazenados, afinal isto seria sem lógica.
Confirmando as ações, abaixo vemos o resultado final, com duas partições, uma permanecendo com C: (NTFS) agora com 58.6 GB de tamanho total e outra com 15.8 GB com o label UNLLOCATED; recebe este nome por não estar sendo utilizado, é espaço livre não particionado e portanto, sem filesystem.
Agora que está tudo programado, basta mandar o programa executar todos os passos. Sim, pois
até então ele apenas montou uma fila das ações que AINDA SERÃO realizadas, conforme vemos abaixo:
até então ele apenas montou uma fila das ações que AINDA SERÃO realizadas, conforme vemos abaixo:
Caso você não esteja usando o particionador por meio de um CD ou DVD bootável e o tenha instalado no Windows, ele irá solicitar que você reinicie a máquina; ele irá montar um arquivo .BAT (arquivo de lote) com os comandos necessários para realizar a tarefa. Aí é só aguardar.
No próximo post vamos instalar o Linux no espaço não particionado.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Não é Linux mas vai!
Uma dica pra quem usa o S.O. da Microsoft e depara com pequenas limitações que realmente irritam a vida do cidadão: não abre o gerenciador de tarefas. Vai que precisamos ver as tarefas e serviços que estão em execução, mas o micro tem o instalado o simpático (argh!) Quartzo Interapp Control que tem função de limitar / controlar os passos do usuário, visando proteger o micro do próprio utilizador. Pode ser até uma função nobre, mas quando você tem que efetuar um acesso remoto e este programinha "capa" e limita as suas ações, é dose cavalar. No exemplo, o software bloqueia o acesso ao gerenciador de tarefas , inviablizando verificar ou finalizar alguma tarefa. Usuários do Unix estão acostumados a dar um KILL (matar literalmente) o processo. Mas mesmo para os mais incrédulos, o Windows tem sua solução: a dobradinha TASKLIST / TASKKILL. Através " da janela do DOS " (o console interpretador de linhas de comando), digite TASKLIST e pressione a tecla ENTER. O resultado será algo parecido com a imagem abaixo:

Exibe as informações nas seguintes colunas: nome da imagem (que é o programa/tarefa propriamente dito), identidade (o número do processo), nome da sessão, a sessão e a quantidade de memória usada pelo programa.
Uma vez identificado o programa/tarefa , executamos o programa TASKKILL para encerrar o mesmo. Exemplo conforme figura abaixo:

O comando é relativamente simples, nesta sintaxe: TASKKILL /PID número do processo; no caso foi executado TASKKILL /PID 1880, encerrando o Chrome, conforme visualizamos.
Muito útil, dependendo das circunstâncias...

Exibe as informações nas seguintes colunas: nome da imagem (que é o programa/tarefa propriamente dito), identidade (o número do processo), nome da sessão, a sessão e a quantidade de memória usada pelo programa.
Uma vez identificado o programa/tarefa , executamos o programa TASKKILL para encerrar o mesmo. Exemplo conforme figura abaixo:

O comando é relativamente simples, nesta sintaxe: TASKKILL /PID número do processo; no caso foi executado TASKKILL /PID 1880, encerrando o Chrome, conforme visualizamos.
Muito útil, dependendo das circunstâncias...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Não precisa formatar (I)
A partir de hoje, após conversas com alguns conhecidos, decidi incluir nos posts algumas situações de erros de sistema que NÃO exigem necessáriamente uma formatação e reinstalação do sistema. Pode poupar algumas dores de cabeça. São práticas simples, facilmente encontradas por aí, mas assim mesmo decidi incluir aqui no blog.
Erro clássico 1; ligo o micro e ao invés de iniciar o Windows , surge a monocromática mensagem:
"o windows não pode ser iniciado porque o seguinte arquivo está ausente ou corrompido c:\windows\system32\config\system"
E ficamos neste impasse preto e branco. Mas o que fazer? Felizmente temos a mão o CD de instalação do Windows. Mas, ANTES de pensar em formatar a máquina, vamos realizar um procedimento muito mais simples: rodar o console de recuperação.
Mascomofaz? Simples: ligue o computador e insira o CD de instalação do Windows de forma que o micro inicie pelo CD/DVD. Após isto, você irá deparar com alguma tela semelhante a esta:
Mascomofaz? Simples: ligue o computador e insira o CD de instalação do Windows de forma que o micro inicie pelo CD/DVD. Após isto, você irá deparar com alguma tela semelhante a esta:

Aqui é fácil, tecle R para iniciar o console. Vai exibir uma tela semelhante a esta:

Serão exibidos os drives e/ou partições da máquina, que contém o sistema da Microsoft instalado. No exemplo citado, temos somente o disco 1, sendo assim informado: 1
Logo após, pede a senha do administrador; se houver, digite a mesma, caso contrário, pressione ENTER. Agora podemos prosseguir, já que o PROMPT C:\WINDOWS> será exibido e operacional. Comando usado para esta manutenção: CHKDSK /R
PAUSA PARA OBSERVAÇÃO: no PROMPT, podemos digitar o comando seguido de /? para exibir uma ajuda referente aos parâmetros e chaves; no caso bastaria digitar CHKDSK /? e visualizar que /R localiza setores defeituosos e recupera informações legíveis. O processo em alguns casos pode ser rápido ou mesmo demorar (contabilizei cerca de uma hora certa vez). O importante é que , uma vez que o processo inicie, aguarde o término, já que reiniciar o micro com o disco rígido em atividade de leitura/escrita pode ser extremamente prejudicial ao mesmo e aos dados retidos nele. Pode ser necessário também entrar os comandos FIXBOOT (grava um novo setor de inicialização - o tal "Boot Sector" - na partição especificada; alguns vírus podem corromper o setor de boot entre outros defeitos, então ele recria esse setor no sistema) e FIXMBR (repara o registro de inicialização mestre – Master Boot Record - do disco especificado) após o CHKDSK. Assim que estiver tudo finalizado, digite EXIT para sair do console de recuperação e reiniciar o sistema. Bem-vindo ao Windows novamente :D
Logo após, pede a senha do administrador; se houver, digite a mesma, caso contrário, pressione ENTER. Agora podemos prosseguir, já que o PROMPT C:\WINDOWS> será exibido e operacional. Comando usado para esta manutenção: CHKDSK /R
PAUSA PARA OBSERVAÇÃO: no PROMPT, podemos digitar o comando seguido de /? para exibir uma ajuda referente aos parâmetros e chaves; no caso bastaria digitar CHKDSK /? e visualizar que /R localiza setores defeituosos e recupera informações legíveis. O processo em alguns casos pode ser rápido ou mesmo demorar (contabilizei cerca de uma hora certa vez). O importante é que , uma vez que o processo inicie, aguarde o término, já que reiniciar o micro com o disco rígido em atividade de leitura/escrita pode ser extremamente prejudicial ao mesmo e aos dados retidos nele. Pode ser necessário também entrar os comandos FIXBOOT (grava um novo setor de inicialização - o tal "Boot Sector" - na partição especificada; alguns vírus podem corromper o setor de boot entre outros defeitos, então ele recria esse setor no sistema) e FIXMBR (repara o registro de inicialização mestre – Master Boot Record - do disco especificado) após o CHKDSK. Assim que estiver tudo finalizado, digite EXIT para sair do console de recuperação e reiniciar o sistema. Bem-vindo ao Windows novamente :D
Todas as vezes que deparei com este problema, procedi conforme descrito acima e tudo voltou a funcionar 100%.
No caso de alguma dúvida a mais sobre o assunto , segue o link abaixo, do suporte Microsoft:
http://support.microsoft.com/kb/307545/pt-br
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Upgrade barato - parte II
Prosseguindo no upgrade do post anterior, vamos ver os escolhidos:

Placa Phitronics modelo N68C-M; não é a placa que escolheria para minha própria máquina, mas com certeza, é uma das mais baratas e a qualidade é mais do que suficiente para o processador em questão. Conta com chipset NVIDIA GeForce 7025 / nForce 630a (video onboard com processamento mais do que suficiente para uma máquina que não terá destino gamer ou 3D); suporte a memórias DDR2 e DDR3 (2 slots para cada) suportando um total de 8GB; 4 conectores SATA II, suporte a RAID e NCQ; 1 x slot de PCI Expre ss x16, 1 x slot de PCI Express x1 ,2 x slots de PCI, embora em nossa máquina do exemplo, nenhum destes slots seja utilizado; 1 porta ethernet 10/100; áudio VIA® VT1705; 1x conector IDE PATA; 4x USB2.0;
Fora outros detalhes , o manual indica suporte aos processadores Phenom (conector Am3), mas como não tive tempo para verificar a placa com mais cuidado não vou emitir opinião sobre suporte a processadores que tenham TDP de 95 W em diante. Assim que sobrar um tempo, vou olhar melhor esta placa e os estágios da mesma, mosfet, etc; para o nosso simpático Sempron e sua TDP de 45 W, vai tranquilo.
Um adendo: ao comprar componentes para seu micro, procure boa procedência; no mínimo em caixas, com manuais, cabos, acessórios, garantia e bem embalados , com material condizente e não em papel de pão;

Manual, CD, cabos SATA e espelho para os conectores traseiros;

Vista geral da placa;
Processador AMD Sempron 140, compatível com socket AM2+ e AM3, suportando memórias DDR 2 e DDR3, um TDP de 45W, fabricado em processo de 45nm, cache L1 de 128KB e L2 de 1MB, clock de 2,7GHz, 64bit. Mesmo sendo um processador single core, dá conta do trabalho mais comum com boa folga, desde que a máquina não seja a mais exigida. Dispõe das tecnologias Cool´n´Quiet (gerenciamento de energia) e EVP (Enhanced Virus Protection). Núcleo: Sargas.

Foto da caixa do produto, com selo holográfico;

Foto do manual / certificado de garantia do produto, processador embalado, selo do mesmo e um CD contendo uma licença de 6 meses do produto AVG (antivírus);

Cooler que acompanha o processador (fornecido pela AMD);
Memória usada no upgrade; normalmente eu iria investir em dois pentes idênticos na intenção de fazer uso do recurso de dual channel, mas como o orçamento foi apertado, decidi ao menos investir em 2GB em único pente de DDR3;

Na foto, pente de memória Patriot PSD32G13332, uma memória de baixo custo, desde que não seja intencional um overclock - que é o nosso caso - dá conta do recado;
Placa Phitronics modelo N68C-M; não é a placa que escolheria para minha própria máquina, mas com certeza, é uma das mais baratas e a qualidade é mais do que suficiente para o processador em questão. Conta com chipset NVIDIA GeForce 7025 / nForce 630a (video onboard com processamento mais do que suficiente para uma máquina que não terá destino gamer ou 3D); suporte a memórias DDR2 e DDR3 (2 slots para cada) suportando um total de 8GB; 4 conectores SATA II, suporte a RAID e NCQ; 1 x slot de PCI Expre ss x16, 1 x slot de PCI Express x1 ,2 x slots de PCI, embora em nossa máquina do exemplo, nenhum destes slots seja utilizado; 1 porta ethernet 10/100; áudio VIA® VT1705; 1x conector IDE PATA; 4x USB2.0;
Fora outros detalhes , o manual indica suporte aos processadores Phenom (conector Am3), mas como não tive tempo para verificar a placa com mais cuidado não vou emitir opinião sobre suporte a processadores que tenham TDP de 95 W em diante. Assim que sobrar um tempo, vou olhar melhor esta placa e os estágios da mesma, mosfet, etc; para o nosso simpático Sempron e sua TDP de 45 W, vai tranquilo.
Um adendo: ao comprar componentes para seu micro, procure boa procedência; no mínimo em caixas, com manuais, cabos, acessórios, garantia e bem embalados , com material condizente e não em papel de pão;
Manual, CD, cabos SATA e espelho para os conectores traseiros;
Vista geral da placa;
Processador AMD Sempron 140, compatível com socket AM2+ e AM3, suportando memórias DDR 2 e DDR3, um TDP de 45W, fabricado em processo de 45nm, cache L1 de 128KB e L2 de 1MB, clock de 2,7GHz, 64bit. Mesmo sendo um processador single core, dá conta do trabalho mais comum com boa folga, desde que a máquina não seja a mais exigida. Dispõe das tecnologias Cool´n´Quiet (gerenciamento de energia) e EVP (Enhanced Virus Protection). Núcleo: Sargas.
Foto da caixa do produto, com selo holográfico;
Foto do manual / certificado de garantia do produto, processador embalado, selo do mesmo e um CD contendo uma licença de 6 meses do produto AVG (antivírus);
Cooler que acompanha o processador (fornecido pela AMD);
Memória usada no upgrade; normalmente eu iria investir em dois pentes idênticos na intenção de fazer uso do recurso de dual channel, mas como o orçamento foi apertado, decidi ao menos investir em 2GB em único pente de DDR3;
Na foto, pente de memória Patriot PSD32G13332, uma memória de baixo custo, desde que não seja intencional um overclock - que é o nosso caso - dá conta do recado;
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